É fácil exagerar no Rio. Mas eu não tinha vindo ao Brasil para ficar deitado. Eu tinha ouvido falar de um recanto colonial decadente, uma baía com praias fabulosas e florestas tropicais de silêncios profundos logo abaixo na costa. Paraty parecia oferecer a cura perfeita para as noites de muitas caipirinhas e muito samba suado. Então, em uma manhã ensolarada de domingo, fugi do Rio, seguindo a rodovia que serpenteava para o oeste ao longo da espetacular Costa Verde. Escarpas da Mata Atlântica se erguiam à minha direita. Baías tentadoras com ilhas espalhadas surgiam à minha esquerda. Uma dessas baías tentadoras era a Baía da Ilha Grande, uma vasta e deslumbrante extensão de ondas do Atlântico que dizem conter 350 ilhas e mais de 600 praias. A Baía é a porta de entrada de Paraty… …o encanto de Paraty reside no fato de que o mundo moderno a deixou para trás: o centro histórico está intacto, suas ruas estreitas e calçadas irregulares demais para a passagem de carros. As antigas mansões são cápsulas do tempo de uma era mais lenta e elegante… Caminhei até o cais, aluguei um barco com capitão e naveguei pela Baía, passando por ilhas de selva e rochas. Depois do almoço na pequena ilha de Catimbau, seguimos para a sequência de praias deslumbrantes… O melhor de Paraty, no entanto, ainda estava por vir. Eu havia alugado uma casa na Baía, e o barco me deixou lá a caminho de volta para a cidade. Acessível apenas por barco, a Casa Cairucu fica fica cercada por uma floresta tropical, pequenas vilas de pescadores e praias intocadas. Senti-me felizmente isolado. Descobri que tinha vindo ao Brasil para relaxar. A Casa Cairucu (www.casa-cairucu.com) é uma casa magnífica que acomoda até 8 pessoas, com serviço de limpeza e traslados de barco a partir de Paraty. Os preços começam em R$2.400,00/ noite para duas pessoas (apenas em baixa temporada), ou R$2.800,00 para mais pessoas (baixa temporada), e o quarto será abastecido com a comida e bebida que você escolher – a preços de supermercado.